Em plena
época natalícia, La Futura é uma
prenda para os fãs dos ZZ Top, principalmente porque interrompe um longo
silêncio, após quase dez anos de “descanso”. Velhos são os trapos e os três
músicos sexagenários continuam a apresentar o arrojo de outros tempos. Apesar
de alguns momentos menos interessantes, destaque para os riffs poderosos dos
primeiros dois temas, “I Gotsta
Get Paid” e “Charteuse” e, já a meio do álbum, “Heartache In Blue”, que reforça
a ligação, dos naturais do Texas com o blues, através dos solos partilhados
entre guitarra e harmónica. Uma lição para os novos “putos” do rock que
certamente vão tirar notas deste álbum e tentar seguir o swing e a mestria das
execuções de “Consumption” e “I Don’t Wanna Lose, Lose, You” sem perda de intensidade através de “Over You” ou “It’s Too Esy
Mañana”.
Conforme foi especulado na última segunda-feira (ver aqui). Os Ingleses The XX vão mesmo actuar em Lisboa no próximo ano. Night and Day, nome que surgia no mapa publicado no Facebook da banda, é afinal o nome de um novo festival, que terá como programadores os três elementos da formação Britânica.O certame acontece nos Jardins da Torre de Belém e arranca no dia 5 de maio, com o concerto dos XX.
The xx, a banda responsável pela programação do Night and Day, em actuação.
A restante programação do festival ainda não é conhecida mas sabe-se que vai contar com o "selo" da promotora Everything Is New.
A escolha do local, baseou-se num critério estético, visto que a banda explica ter procurado os "mais belos locais" para tocar, mas principalmente para receber artistas que admira.
No caso da capital alemã o festival terá inicio no dia 18 de maio.Já na cidade inglesa os "interessados" pelo Night and Day vão ter de esperar até ao dia 23 de junho.
Quanto aos bilhetes, vão custar 49 euros e estarão disponíveis para venda a partir da próxima sexta-feira, 14 de dezembro.
Relembre-se que os The XX lançaram este ano o segundo álbum de originais. Coexist (2012), segue o legado deixado pelo primeiro álbum, homónimo, e deverá ser apresentado a todos quantos passarem pelos Jardins da Torre de Belém a 5 de maio.
Veja aqui aquilo que pode esperar do concerto dos XX:
"Angels", single do álbum Coexist (2012), ao vivo no Bestival
A banda seguirá o seu projecto sem o baterista, compositor, e fundador Nick Hodgson.
A notícia foi revelada ontem via Twitter, onde o próprio escreveu: "Confirmo que deixei os Kaiser Chiefs após 15 anos espectaculares. Estou a seguir em frente. Desejo ao resto da banda tudo do melhor!". O vocalista Ricky Wilson respondeu à publicação com um "A porta está no trinco, e a chave está debaixo do tapete. X".
Lê-se num comunicado oficial da banda: "Podemos confirmar que o Nick decidiu sair da banda, e que o concerto de Agosto no Reading Festival foi o seu último como membro dos Kaiser Chiefs.".
A organização do evento confirmou o regresso em 2013, após o cancelamento do mesmo no corrente ano 2012.
Stuart Galbraith, CEO da Kilimanjaro Live, revelou que o festival de Heavy Metal vai estar de volta no próximo ano, contando inclusivé com passagens pela França e Itália.
Galbraith chegou a dizer que quem organizava o festival demorava muito tempo a anunciar o evento, sendo que este ano foi anunciado em Fevereiro, para ocorrer em Junho. Em Março foi cancelado um cartaz com nomes sonantes como Kiss, Faith no More, Incubus, Marilyn Manson, entre outros. A justificação deveu-se à franca adesão ao festival, e nem estes nomes de peso conseguiram gerar receitas suficientes para a realização do festival. Aguarda-se dias melhores.
Já anda pelo Porto a fazer beats e rimas desde a década de 90, já colaborou com alguns dos DJs e produtores mais conceituados que Portugal tem para oferecer; este seu álbum contêm beats de Sam the Kid e Nelassassin, um poema de Almada Negreiros, e muitas referências de grandeza. Contudo, e apesar da sua experiência e das contribuições alheias a este álbum, Capicua soa a fresco. Tem qualquer coisa de novo.
Talvez isto se deva ao facto de ter uma vida diferente do que já esperamos de um MC - uma infância dificil, problemas com a família. Ana não provêm de uma casa assim. Talvez esta sua sonoridade seja o resultado do seu estudo académico; não é um zé-ninguém que consegue queixar-se do estado do seu país ao descrevê-lo como um masoquista que, de acordo com <<Terapia de Grupo>>, não se flagela há dois dias. Estudos estes que também se revelam no próprio nome que escolheu para se representar no mundo do Hip-Hop, com conotações bíblicas. Talvez esta frescura se deva até a ser uma MC mulher, facto que glorifica no single <<Maria Capaz>>, apesar de ser algo triste ainda ser legítimo ter de glorificar o simples facto de se pertencer ao sexo feminino, isto dois séculos após os primeiros passos do movimento femininista.
Ao ouvir este álbum, o que é certo é que a sua identidade fica marcada como única. Em <<Domingo>> revela "os porquês" de não gostar deste dia da semana, enquanto que em <<Hérois>> nos descreve uma situação conhecida demasiado bem por demasiados portugueses. Criou <<Medo do Medo>>, em que a sua maneira agressiva de rimar, aliada à sua poesia, chega a assustar um pouco, mas enfrenta com bom-humor o <<1º Dia>>. O seu amor pelas rimas é transparente em todo o álbum, dando-lhe um certo intimismo, já que com cada música ficamos a conhecer melhor a mulher por detrás do projecto.
Tal como ela própria afirma, não é uma mulher fácil, e o seu álbum também não. Aqui não se vai encontrar superficialidade, letras que soam bem sem terem sentido, ou algo sobre como sair à noite com os amigos é bom. Este álbum é mais do que isso, e apela apenas aos que sabem apreciar bons beats aliados a uma poesia deliciosa de se ouvir, sobre temas menos optimistas. Um grande álbum de apresentação.
Estava eu em
“passeio” pelo Youtube, quando me deparo com um vídeo publicado em Abril deste
ano, sobre uma aparição de Tupac Shakur num concerto do Snoop Dog e do Dr. Dre
no Coachella Live 2012.
Confesso que
pouco ou nada conheço do trabalho de Tupac (não tivesse eu apenas oito anos,
aquando da “morte” do famoso rapper americano.
O que é
certo é que fiquei de tal forma petrificada ao visualizar aquele vídeo de cinco
minutos, que confesso que o vejo a toda a hora.
Tupac Shakur
“ressuscitou” no referido concerto de Snoop, sob forma de uma projecção holográfica,
cantou e encantou o público presente, que interagiu como se o “fantasma” fosse
real. E de facto assim o parecia. A única coisa que poderia eventualmente
demonstrar a referida projecção, e não ser confundida com uma pessoa real, era
o facto de, quando Tupac estava parado, a projecção andava ligeiramente para o
lado, como se tivesse em cima de uma passadeira rolante.
Vejo o Snoop
Dog a cantar para uma imagem holográfica, como o fez, imaginando que o rapper
estava ali mesmo ao lado, a cantar com ele, a debitar rimas atrás de rimas, e
público num banho de emoção e sentimento, por ter á sua frente o rapper
considerado por muitos o melhor e mais influente do mundo. Até eu estava
arrepiada. Imagino quando forem feitas projecções do Bob Marley, ou do Kurt
Cobain, ou do Michael Jackson!
Ao fim dos
cinco minutos do vídeo, em que a música também termina, Tupac esfumaça-se e
desaparece de palco.
Conforme já dito,
é possível perceber que se trata de algo digital, mas a qualidade está muito
acima do produzido até agora. Não sei como o fizeram, mas Tupac até soltou a
frase “What the fuck is up, Coachella!”. Segundo o produtor deste holograma,
não irá ficar por aqui esta história das projecções holográficas, e o público
poderá contar com mais concertos de “arrepiar”. Ainda hoje estou arrepiada. Já vi
o vídeo mais de três vezes seguidas hoje!
Este é um
daqueles exemplos que pode muito bem mudar a forma como se vê e se ouve o Hip
Hop em Portugal. Capicua é uma rapper digna do nome mas surge de um mundo muito
diferente daquele que nos habituámos a ver. As letras demonstram o passado
sorridente da artista, que teve uma vida muito mais fácil do que a de muitos
outros músicos da sua “praia”. O passado, aqui descrito, é constantemente
aliado à intenção, muito vincada, em demonstrar o que o seu som pode trazer à
cena Hip Hop portuguesa. Esta «Maria Capaz» retrata ao mesmo tempo uma “maria
rapaz”, que certamente, há 20 anos atrás, fora nas ruas do Porto. A exaltação
do seu bom trabalho e o desafio que lança a outros MC’s é outra marca
fundamental do single deste álbum-estreia.
De facto
este é um disco que apresenta muito bem a vida numa cidade. A mesma “estória”
em qualquer semana do mês, tão rotineira e cíclica como uma “Capicua”, que pode
ser lida em várias direcções, mas sempre da mesma forma como no «1º dia». Para
confirmar a tendência, os temas: «Hora Certa», onde o arranjo com trompetes
“aquece” um cenário sentimental, num fim de tarde; o sonho de uma «Casa do
Campo», como a de Elis Regina, com o perfume a “Pão quente, terra molhada e
manjerico”; e «Domingo», um dia que parece não servir de muito e que surge em
forma de um tema com que muitos se vão identificar.
Em defesa
do Hip Hop e do seu trabalho surge «A última», onde a rapper aponta que «já
devia haver um sindicato para MC» e que basta de preconceito sexual na área.
«Chamem rap ao rap de raparigas». Exalta Ana, naquele que é o último tema do
álbum. Mas deixo outras ressalvas que justificam a nota artística deste álbum,
entre elas, «Sagitário» e «Judas e Dalilas» onde Ana demonstra muito bem a sua veia
poética mais surrealista, aliando aspectos muito atuais com temáticas
mitológicas e bíblicas, talvez apoiada nos estudos académicos, que ostenta,
aliados às vivências urbanas que o álbum apresenta.
Relevante
ainda a consciência política das faixas «Os Heróis», que acalenta esperança
para todos os jovens e licenciados em geral que vivem o flagelo do desemprego;
e «Terapia de Grupo», onde Portugal surge como um “masoquista anónimo” pronto
para uma reabilitação que parece nunca mais chegar.
Crítico, moderno,
mas muito inspirado em sonoridades dos anos 90 que me fizeram recordar, entre
outros, os seus conterrâneos «Mind Da Gap». Notam-se ainda toques de Funk e
World Music, muito swing, groove nas guitarras-baixo, sopros, e apontamentos
muito interessantes de percussão. Uma receita que acrescentou ao álbum
variações algo incomuns no Hip Hop, associadas ao trabalho da rapper portuense
com Sam The Kid, Darksunn, Nelassassin e D-one “fabricantes”
de Beats bem estruturados e com “corpo”, posteriormente bem misturados por
Ghuna X.
Conforme o anuncio de Kate, o novo trabalho vai estar disponível a partir
de dia 19, segunda-feira. Death Proof
conta com o tema “Fri-end?” e o single hómonimo “Death Proof”, e já está disponível
para pré-venda na plataforma online Pledge Music.
'I Want A Boyfriend With A Car', 'All Day And All Of
The Night', e 'May Queen' são as faixas que completam o Ep successor dos
álbuns Made Of Brincks (2007) e My Best Friend Is You (2010).
Este é, muito provavelmente, um ensaio para o terceiro álbum da britânica, “lançada”
pelo MySpace de Lily Allen em 2006.
Girl
Talk é o nome do novo disco de Kate e pensa-se que vai ser lançado no ínicio
do próximo ano.
Veja aqui o videoclip de "Fri-end?" um dos temas que vai fazer parte de Death Proof
Naquele que é um meio predominado por
homens, rimas agressivas, e o chamado ego-trippin',
Capicua é como abrir uma janela num ambiente fechado e abafado.
O nome da artista é o mesmo do álbum,
mas ela também responde por Ana Fernandes, nascida no Porto, cidade
invicta. É doutorada em geografia urbana e pós-doutorada em
agricultura urbana. Teve uma infância feliz, muito distante das
infâncias que vemos surgir no mundo do hip-hop português. Ana não
é a única mulher a fazer rap em Portugal, mas é das poucas a
conseguir alguma notoriedade no meio - é a excepção à regra.
Apesar de este ser o seu primeiro álbum, lançado pela Optimus
Discos em fevereiro de 2012, Capicua conta com dois EP's e uma
mixtape a solo.
Os beats que aqui ouvimos, por detrás
de rimas bem construídas e limpas, também elas longe do que
costumamos ouvir, são de grandes nomes do hip-hop português: D-One,
Ruas, Sam the Kid, Xeg ou Nelassassin são algumas das mentes por
detrás dos instrumentais que ouvimos em Capicua.
O álbum como um
todo está bem conseguido, a capa mostra uma capicua, tocando a cauda
à cabeça, e nas músicas fala-se de medos, de sonhos, da vida e do
modo como a vivemos.
«Medo do Medo» é
a minha escolha neste Cd, e a minha sugestão. Fala do medo que as
pessoas têm de tudo, medo do medo, medo de ficarmos quietos e medo
de lutar por alguma cosia melhor. É uma biografia da artista, mas
também podia ser a biografia de um país que parece ter desistido,
enquanto Capicua vai alertando para o nosso modo de vida, sugerindo
até uma «Terapia de Grupo» para Portugal. Um álbum que podia ser
um guia para sairmos do sitio onde estamos, para não pararmos nunca
de sonhar. De sonhos é o que fala a música «Casa de Campo» de
sonhos modestos, humildes, sonhos que todos temos, uma família feliz
numa casa de campo, onde possamos aproveitar de forma calma a vida
que decidimos levar. «Judas e Dalilas» fala do que as pessoas se
tornaram hoje em dia, os homens em Judas, traindo sempre que for em
seu proveito, numa ambição que hoje é desmedida na nossa
sociedade, do culto do “eu” distanciando-se do que devia ser uma
sociedade una. E das Dalilas, das mulheres que não amam ninguém a
não ser o “euro”, onde os seus sonhos se limitam a ter alguém
com dinheiro que as suporte.
As mensagens que
Capicua oferece são subtis, subtis por serem as mesmas que ouvimos
nos outros rappers, mas ditas de forma limpa e sem agressividade na
forma. Podemos falar de pop / rap? Talvez com este Cd de Capicua, que
pode ser perfeitamente ouvido por qualquer idade, ou não tivesse ela
crescido ao som de Zéca Afonso.
O Hard Rock Café (Lisboa) recebe entre 14 e 26 de Novembro a exposição itenerante "The Art of Hard Rock". A entrada é livre e a exposição encontra-se aberta ao público durante todo o dia.
Serão exibidas mais de 40 obras dos maiores nomes do Rock 'n' Roll, destancando-se obras de Michael Jackson, Frank Zappa, Alice Cooper, Billy Idol, Lou Reed, Paul Stanley (KISS), Ringo Starr (The Beatles), entre muitos outros ícones. Uma exposição a não perder.
Quando entrei na rua do Coliseu dos
Recreios, em Lisboa, vindo da Martim Moniz, sabia que o concerto de Soldiers of Jah Army estava esgotado. Poucas horas antes,
via-se na Internet gente desesperada para comprar um bilhete a
alguém, via-se na rua pessoas à porta a perguntar se alguém tinha
um bilhete a mais.
Antes das portas abrirem as pessoas
iam-se juntando à fila para entrarem, de um lado e do outro, que ia
desde as portas do Coliseu e corria uns 150 metros até à última
pessoa, que nunca o era por muito tempo. Ia-se gritando “Soja!
Soja!” como se de uma manifestação se tratasse.
Em tempos de crise, a cultura Reggae em Portugal parece não ter perdido fãs, bem pelo contrário. As
pessoas que se iam juntando à fila para entrar, não deviam ter
carta de condução há muito tempo, e deviam ser poucos os que
acompanhavam os Soja desde Peace in a Time of War de 2002,
surpreendidos por uma afluência jovem que não resistiu à mensagem
da banda do estado da Virgínia.
A mensagem é o mais importante que os
Soja têm para passar, foi isso que disse Jacob Hemphill, o
vocalista, quando foi tempo de agradecer a uma casa cheia, que
acompanhou o concerto em festa, no bom ambiente característico do Reggae. E que soube acalmar nas músicas que assim o pediam, quase
transformando o público em família, que ao som de «Rasta Courage»
parecia ter transformado o Coliseu dos Recreios numa vigília em nome
de algo melhor.
A banda que foi buscando aos seus 5 álbuns os temas a apresentar neste concerto, tocou a inconfundível «You Don't Know Me» em tons de samba. Com a melodia do pianista
Patrick O'shea como fundo, os membros da banda foram acompanhando a
música com percussões de samba, que mais uma vez puseram o coliseu
aos saltos, quase em transe.
Com o avançar do concerto, os Soja
foram contagiando um coliseu inteiro, e quando Richie Campbell
apareceu para tocar «Blame it on Me» e «That's How We Roll», o
coliseu fez questão de responder. Estava em cima do palco com os Soja um
português também, e de repente lutar por aquilo em que acreditamos
fazia sentido.
Foi com «Tell Me» e «Here I Am»
que tocaram pela última vez naquela noite em Lisboa. No fim ninguém
estava triste, acredito que tenha sido pela enorme atuação que os
Soja deram em palco, e não pela presença de drogas leves,
habitual num quotidiano jovem, mas que em ambiente de Reggae são
quase uma necessidade como ouvi alguns a comentar enquanto esperavam
na fila.
Ficou, no entanto, a faltar «True
Love» do álbum Peace in a Time of War, num alinhamento onde
não faltou quase nada, «True Love» é uma música incontornável.
Podemos não conhecer os Soldiers of Jah Army, mas algures no tempo
ouvimos a «True Love».
Alinhamento: I Don't Wanna
Wait Mentality Rest of My Life / Faith Decide You're
Gone Strength To Survive Be Aware When We Were Younger Rasta
Courage You Don't Know Me Let You Go Revolution / To
Whom You and Me Not Done Yet Sorry Everything
Changes Tell Me / Here I Am
Arrancou no dia 01 de Novembro a 3ª Edição
do Misty Fest, alargado além do Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra. Allen
Halloween foi o escolhido para esse arranque. A noite prometia ser uma noite de “Bruxas”
As luzes baixas
deram lugar a uma introdução de cerca de 10 minutos a cargo de DJ Núcleo, para
aguçar o apetite aos espectadores. Eis quando Allen Halloween dá entrada em
palco com a ODC Gang – Crew (da qual faz parte integrante), rappers de
Odivelas.
Allen
manteve-se sempre muito activo com o público, que vibrava e abanava a cabeça ao
ritmo de músicas como «Inimigo do Estado», «SOS Mundo», «No Love», e uma das
mais aguardadas da noite, «Debaixo da Ponte», contando esta com a presença do
músico Tó Trips, de Dead Combo, a acompanhar a voz de Halloween com a sua
guitarra.
Foto: Sara Coelho
“Ontem ouvi
nas notícias que existem famílias a pagar enterros às prestações … Nem morrer ‘tá
fácil neste país!”– palavras que
introduziram a música «Jardim à Beira-Mar», que aborda os problemas
socioeconómicos do nosso país. E ainda um pequeno detalhe sobre «explosivos»,
iniciando o tema «Mary Bu».
Ao fim de
quase hora e meia de concerto, quando os artistas e a sua Crew se retiram de
cena, o público continuou a “atirar” nomes de temas para o ar, pedindo mais. E
quando tudo parecia terminado, eis quando DJ Núcleo entra novamente em cena
para mais uma rodada de scratch, e Allen Halloween volta ao palco para
apresentar um tema do seu próximo álbum Escumalha
– Sons da Pedrada, terminando com «Enemies».
O público
agradece com aplausos e assobios efusivos, demonstrando que o rapper de Odivelas
cumpriu com as expectativas dos espectadores.
Qual a melhor maneira de passar pelo "fim do mundo"? Para muito será um concerto!
Os Moonspell ficaram a cargo de nos proporcionar um fim do mundo mais original e animado, em conjunto com Bizarra Locomotiva.
Dia 21 de Dezembro de 2012 promete no TMN ao Vivo!
O evento contará igualmente com a presença dos Djs No Good Krew e Dj António Freitas (Metropolis Club). Prepara-se também no Metropolis o "aquecimento" para o fim do mundo no dia 30 de Novembro, com entrada livre.
Foi anunciada a morte do vocalista da banda de Deathcore Suicide Silence.
Mitch Lucker morreu esta 5ª feira, dia 1 de Novembro, devido a um acidente de moto nos EUA.
Segundo informação, o mesmo terá sucumbido já no hospital a ferimentos graves decorrentes do acidente.
Foi declarado morto às 06h17. Mitch tinha 28 anos.
A polícia local está a investigar as causas do acidente, mas por agora tudo é uma incógnita.
Os outros membros da banda emitiram um comunicado oficial no Facebook, onde se pode ler: Não há uma maneira fácil de dizer isto. Mitch faleceu esta manhã, pelos ferimentos sofridos durante um acidente de mota. É completamente devastador para todos nós, e damos as nossas mais profundas condolências à sua família. Estará para sempre nos nossos corações.