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Crítica de Disco: La Futura - ZZ Top


ZZ Top
La Futura
American 2012
Nota: 4/5


Em plena época natalícia, La Futura é uma prenda para os fãs dos ZZ Top, principalmente porque interrompe um longo silêncio, após quase dez anos de “descanso”. Velhos são os trapos e os três músicos sexagenários continuam a apresentar o arrojo de outros tempos. Apesar de alguns momentos menos interessantes, destaque para os riffs poderosos dos primeiros dois temas,  “I Gotsta Get Paid” e “Charteuse” e, já a meio do álbum, “Heartache In Blue”, que reforça a ligação, dos naturais do Texas com o blues, através dos solos partilhados entre guitarra e harmónica. Uma lição para os novos “putos” do rock que certamente vão tirar notas deste álbum e tentar seguir o swing e a mestria das execuções de “Consumption” e “I Don’t Wanna Lose, Lose, You” sem perda de intensidade através de “Over You” ou “It’s Too Esy Mañana”.

The XX confirmam: Concerto em Lisboa marcado para o mês de maio

Conforme foi especulado na última segunda-feira (ver aqui). Os Ingleses The XX vão mesmo actuar em Lisboa no próximo ano. Night and Day, nome que surgia no mapa publicado no Facebook da banda, é afinal o nome de um novo festival, que terá como programadores os três elementos da formação Britânica.O certame acontece nos Jardins da Torre de Belém e arranca no dia 5 de maio, com o concerto dos XX.

The xx, a banda responsável pela programação do Night and Day, em actuação.

A restante programação do festival ainda não é conhecida mas sabe-se que vai contar com o "selo" da promotora Everything Is New.

A escolha do local, baseou-se num critério estético, visto que a banda explica ter procurado os "mais belos locais" para tocar, mas principalmente para receber artistas que admira. 

No caso da capital alemã o festival terá inicio no dia 18 de maio.Já na cidade inglesa os "interessados" pelo Night and Day  vão ter de esperar até ao dia 23 de junho.

Quanto aos bilhetes, vão custar 49 euros e estarão disponíveis para venda a partir da próxima sexta-feira, 14 de dezembro.

Relembre-se que os The XX lançaram este ano o segundo álbum de originais. Coexist (2012), segue o legado deixado pelo primeiro álbum, homónimo, e deverá ser apresentado a todos quantos passarem pelos Jardins da Torre de Belém a 5 de maio.


Veja aqui aquilo que pode esperar do concerto dos XX:

"Angels", single do álbum Coexist (2012), ao vivo no Bestival

Baterista e Compositor de Kaiser Chiefs sai da banda

A banda seguirá o seu projecto sem o baterista, compositor, e fundador Nick Hodgson.
A notícia foi revelada ontem via Twitter, onde o próprio escreveu: "Confirmo que deixei os Kaiser Chiefs após 15 anos espectaculares. Estou a seguir em frente. Desejo ao resto da banda tudo do melhor!". O vocalista Ricky Wilson respondeu à publicação com um "A porta está no trinco, e a chave está debaixo do tapete. X".
Lê-se num comunicado oficial da banda: "Podemos confirmar que o Nick decidiu sair da banda, e que o concerto de Agosto no Reading Festival foi o seu último como membro dos Kaiser Chiefs.".
Foto: Last.fm


Sonisphere Festival UK de Regresso em 2013

A organização do evento confirmou o regresso em 2013, após o cancelamento do mesmo no corrente ano 2012.
Stuart Galbraith, CEO da Kilimanjaro Live, revelou que o festival de Heavy Metal vai estar de volta no próximo ano, contando inclusivé com passagens pela França e Itália.

Galbraith chegou a dizer que quem organizava o festival demorava muito tempo a anunciar o evento, sendo que este ano foi anunciado em Fevereiro, para ocorrer em Junho. Em Março foi cancelado um cartaz com nomes sonantes como Kiss, Faith no More, Incubus, Marilyn Manson, entre outros. A justificação deveu-se à franca adesão ao festival, e nem estes nomes de peso conseguiram gerar receitas suficientes para a realização do festival. Aguarda-se dias melhores.
Foto: Sidesixx.com

Capicua - Uma Maria bastante Capaz






Capicua - Capicua

Optimus Discos, 2012

Nota- 7,5/10








Já anda pelo Porto a fazer beats e rimas desde a década de 90, já colaborou com alguns dos DJs e produtores mais conceituados que Portugal tem para oferecer; este seu álbum contêm beats de Sam the Kid e Nelassassin, um poema de Almada Negreiros, e muitas referências de grandeza. Contudo, e apesar da sua experiência e das contribuições alheias a este álbum, Capicua soa a fresco. Tem qualquer coisa de novo.

Talvez isto se deva ao facto de ter uma vida diferente do que já esperamos de um MC - uma infância dificil, problemas com a família. Ana não provêm de uma casa assim. Talvez esta sua sonoridade seja o resultado do seu estudo académico; não é um zé-ninguém que consegue queixar-se do estado do seu país ao descrevê-lo como um masoquista que, de acordo com <<Terapia de Grupo>>, não se flagela há dois dias. Estudos estes que também se revelam no próprio nome que escolheu para se representar no mundo do Hip-Hop, com conotações bíblicas. Talvez esta frescura se deva até a ser uma MC mulher, facto que glorifica no single <<Maria Capaz>>, apesar de ser algo triste ainda ser legítimo ter de glorificar o simples facto de se pertencer ao sexo feminino, isto dois séculos após os primeiros passos do movimento femininista.


Ao ouvir este álbum, o que é certo é que a sua identidade fica marcada como única. Em <<Domingo>> revela "os porquês" de não gostar deste dia da semana, enquanto que em <<Hérois>> nos descreve uma situação conhecida demasiado bem por demasiados portugueses. Criou <<Medo do Medo>>, em que a sua maneira agressiva de rimar, aliada à sua poesia, chega a assustar um pouco, mas enfrenta com bom-humor o <<1º Dia>>. O seu amor pelas rimas é transparente em todo o álbum, dando-lhe um certo intimismo, já que com cada música ficamos a conhecer melhor a mulher por detrás do projecto.

Tal como ela própria afirma, não é uma mulher fácil, e o seu álbum também não. Aqui não se vai encontrar superficialidade, letras que soam bem sem terem sentido, ou algo sobre como sair à noite com os amigos é bom. Este álbum é mais do que isso, e apela apenas aos que sabem apreciar bons beats aliados a uma poesia deliciosa de se ouvir, sobre temas menos optimistas. Um grande álbum de apresentação.


Download gratuito deste álbum - aqui

#1 – Tupac Shakur: O “Ressuscitado”

Rubrica: Deveras Impressionante


Estava eu em “passeio” pelo Youtube, quando me deparo com um vídeo publicado em Abril deste ano, sobre uma aparição de Tupac Shakur num concerto do Snoop Dog e do Dr. Dre no Coachella Live 2012.
Confesso que pouco ou nada conheço do trabalho de Tupac (não tivesse eu apenas oito anos, aquando da “morte” do famoso rapper americano.
O que é certo é que fiquei de tal forma petrificada ao visualizar aquele vídeo de cinco minutos, que confesso que o vejo a toda a hora.
Tupac Shakur “ressuscitou” no referido concerto de Snoop, sob forma de uma projecção holográfica, cantou e encantou o público presente, que interagiu como se o “fantasma” fosse real. E de facto assim o parecia. A única coisa que poderia eventualmente demonstrar a referida projecção, e não ser confundida com uma pessoa real, era o facto de, quando Tupac estava parado, a projecção andava ligeiramente para o lado, como se tivesse em cima de uma passadeira rolante.
Vejo o Snoop Dog a cantar para uma imagem holográfica, como o fez, imaginando que o rapper estava ali mesmo ao lado, a cantar com ele, a debitar rimas atrás de rimas, e público num banho de emoção e sentimento, por ter á sua frente o rapper considerado por muitos o melhor e mais influente do mundo. Até eu estava arrepiada. Imagino quando forem feitas projecções do Bob Marley, ou do Kurt Cobain, ou do Michael Jackson!
Ao fim dos cinco minutos do vídeo, em que a música também termina, Tupac esfumaça-se e desaparece de palco.
Conforme já dito, é possível perceber que se trata de algo digital, mas a qualidade está muito acima do produzido até agora. Não sei como o fizeram, mas Tupac até soltou a frase “What the fuck is up, Coachella!”. Segundo o produtor deste holograma, não irá ficar por aqui esta história das projecções holográficas, e o público poderá contar com mais concertos de “arrepiar”. Ainda hoje estou arrepiada. Já vi o vídeo mais de três vezes seguidas hoje!

Deveras impressionante.



Critica: Capicua | Capicua (álbum de estreia)



Capicua
CAPICUA

Optimus Discos 2012
Nota: 7.5 / 10








Este é um daqueles exemplos que pode muito bem mudar a forma como se vê e se ouve o Hip Hop em Portugal. Capicua é uma rapper digna do nome mas surge de um mundo muito diferente daquele que nos habituámos a ver. As letras demonstram o passado sorridente da artista, que teve uma vida muito mais fácil do que a de muitos outros músicos da sua “praia”. O passado, aqui descrito, é constantemente aliado à intenção, muito vincada, em demonstrar o que o seu som pode trazer à cena Hip Hop portuguesa. Esta «Maria Capaz» retrata ao mesmo tempo uma “maria rapaz”, que certamente, há 20 anos atrás, fora nas ruas do Porto. A exaltação do seu bom trabalho e o desafio que lança a outros MC’s é outra marca fundamental do single deste álbum-estreia.

De facto este é um disco que apresenta muito bem a vida numa cidade. A mesma “estória” em qualquer semana do mês, tão rotineira e cíclica como uma “Capicua”, que pode ser lida em várias direcções, mas sempre da mesma forma como no «1º dia». Para confirmar a tendência, os temas: «Hora Certa», onde o arranjo com trompetes “aquece” um cenário sentimental, num fim de tarde; o sonho de uma «Casa do Campo», como a de Elis Regina, com o perfume a “Pão quente, terra molhada e manjerico”; e «Domingo», um dia que parece não servir de muito e que surge em forma de um tema com que muitos se vão identificar.

Em defesa do Hip Hop e do seu trabalho surge «A última», onde a rapper aponta que «já devia haver um sindicato para MC» e que basta de preconceito sexual na área. «Chamem rap ao rap de raparigas». Exalta Ana, naquele que é o último tema do álbum. Mas deixo outras ressalvas que justificam a nota artística deste álbum, entre elas, «Sagitário» e «Judas e Dalilas» onde Ana demonstra muito bem a sua veia poética mais surrealista, aliando aspectos muito atuais com temáticas mitológicas e bíblicas, talvez apoiada nos estudos académicos, que ostenta, aliados às vivências urbanas que o álbum apresenta.

Relevante ainda a consciência política das faixas «Os Heróis», que acalenta esperança para todos os jovens e licenciados em geral que vivem o flagelo do desemprego; e «Terapia de Grupo», onde Portugal surge como um “masoquista anónimo” pronto para uma reabilitação que parece nunca mais chegar.

Crítico, moderno, mas muito inspirado em sonoridades dos anos 90 que me fizeram recordar, entre outros, os seus conterrâneos «Mind Da Gap». Notam-se ainda toques de Funk e World Music, muito swing, groove nas guitarras-baixo, sopros, e apontamentos muito interessantes de percussão. Uma receita que acrescentou ao álbum variações algo incomuns no Hip Hop, associadas ao trabalho da rapper portuense com Sam The Kid,  Darksunn, Nelassassin e D-one “fabricantes” de Beats bem estruturados e com “corpo”, posteriormente bem misturados por Ghuna X.



Kate Nash lança novo EP

Conforme o anuncio de Kate, o novo trabalho vai estar disponível a partir de dia 19, segunda-feira. Death Proof conta com o tema “Fri-end?” e o single hómonimo “Death Proof”, e já está disponível para pré-venda na plataforma online Pledge Music.

'I Want A Boyfriend With A Car', 'All Day And All Of The Night', e 'May Queen' são as faixas que completam o Ep successor dos álbuns Made Of Brincks (2007) e My Best Friend Is You (2010).

Este é, muito provavelmente, um ensaio para o terceiro álbum da britânica, “lançada” pelo MySpace de Lily Allen em 2006.

Girl Talk é o nome do novo disco de Kate e pensa-se que vai ser lançado no ínicio do próximo ano.



Veja aqui o videoclip de "Fri-end?" um dos temas que vai fazer parte de Death Proof 






Crítica ao álbum Capicua

Capicua
Capicua
Optimus Discos
7/10

Naquele que é um meio predominado por homens, rimas agressivas, e o chamado ego-trippin', Capicua é como abrir uma janela num ambiente fechado e abafado.
O nome da artista é o mesmo do álbum, mas ela também responde por Ana Fernandes, nascida no Porto, cidade invicta. É doutorada em geografia urbana e pós-doutorada em agricultura urbana. Teve uma infância feliz, muito distante das infâncias que vemos surgir no mundo do hip-hop português. Ana não é a única mulher a fazer rap em Portugal, mas é das poucas a conseguir alguma notoriedade no meio - é a excepção à regra. Apesar de este ser o seu primeiro álbum, lançado pela Optimus Discos em fevereiro de 2012, Capicua conta com dois EP's e uma mixtape a solo.
Os beats que aqui ouvimos, por detrás de rimas bem construídas e limpas, também elas longe do que costumamos ouvir, são de grandes nomes do hip-hop português: D-One, Ruas, Sam the Kid, Xeg ou Nelassassin são algumas das mentes por detrás dos instrumentais que ouvimos em Capicua.
O álbum como um todo está bem conseguido, a capa mostra uma capicua, tocando a cauda à cabeça, e nas músicas fala-se de medos, de sonhos, da vida e do modo como a vivemos.
«Medo do Medo» é a minha escolha neste Cd, e a minha sugestão. Fala do medo que as pessoas têm de tudo, medo do medo, medo de ficarmos quietos e medo de lutar por alguma cosia melhor. É uma biografia da artista, mas também podia ser a biografia de um país que parece ter desistido, enquanto Capicua vai alertando para o nosso modo de vida, sugerindo até uma «Terapia de Grupo» para Portugal. Um álbum que podia ser um guia para sairmos do sitio onde estamos, para não pararmos nunca de sonhar. De sonhos é o que fala a música «Casa de Campo» de sonhos modestos, humildes, sonhos que todos temos, uma família feliz numa casa de campo, onde possamos aproveitar de forma calma a vida que decidimos levar. «Judas e Dalilas» fala do que as pessoas se tornaram hoje em dia, os homens em Judas, traindo sempre que for em seu proveito, numa ambição que hoje é desmedida na nossa sociedade, do culto do “eu” distanciando-se do que devia ser uma sociedade una. E das Dalilas, das mulheres que não amam ninguém a não ser o “euro”, onde os seus sonhos se limitam a ter alguém com dinheiro que as suporte.
As mensagens que Capicua oferece são subtis, subtis por serem as mesmas que ouvimos nos outros rappers, mas ditas de forma limpa e sem agressividade na forma. Podemos falar de pop / rap? Talvez com este Cd de Capicua, que pode ser perfeitamente ouvido por qualquer idade, ou não tivesse ela crescido ao som de Zéca Afonso.



"The Art of Hard Rock" - Rock 'n' Roll Visual

O Hard Rock Café (Lisboa) recebe entre 14 e 26 de Novembro a exposição itenerante "The Art of Hard Rock". A entrada é livre e a exposição encontra-se aberta ao público durante todo o dia.


Serão exibidas mais de 40 obras dos maiores nomes do Rock 'n' Roll, destancando-se obras de Michael Jackson, Frank Zappa, Alice Cooper, Billy Idol, Lou Reed, Paul Stanley (KISS), Ringo Starr (The Beatles), entre muitos outros ícones. Uma exposição a não perder.


Soja no Coliseu dos Recreios


Quando entrei na rua do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, vindo da Martim Moniz, sabia que o concerto de Soldiers of Jah Army estava esgotado. Poucas horas antes, via-se na Internet gente desesperada para comprar um bilhete a alguém, via-se na rua pessoas à porta a perguntar se alguém tinha um bilhete a mais.

Antes das portas abrirem as pessoas iam-se juntando à fila para entrarem, de um lado e do outro, que ia desde as portas do Coliseu e corria uns 150 metros até à última pessoa, que nunca o era por muito tempo. Ia-se gritando “Soja! Soja!” como se de uma manifestação se tratasse.

Em tempos de crise, a cultura Reggae em Portugal parece não ter perdido fãs, bem pelo contrário. As pessoas que se iam juntando à fila para entrar, não deviam ter carta de condução há muito tempo, e deviam ser poucos os que acompanhavam os Soja desde Peace in a Time of War de 2002, surpreendidos por uma afluência jovem que não resistiu à mensagem da banda do estado da Virgínia.


A mensagem é o mais importante que os Soja têm para passar, foi isso que disse Jacob Hemphill, o vocalista, quando foi tempo de agradecer a uma casa cheia, que acompanhou o concerto em festa, no bom ambiente característico do Reggae. E que soube acalmar nas músicas que assim o pediam, quase transformando o público em família, que ao som de «Rasta Courage» parecia ter transformado o Coliseu dos Recreios numa vigília em nome de algo melhor.

A banda que foi buscando aos seus 5 álbuns os temas a apresentar neste concerto, tocou a inconfundível «You Don't Know Me» em tons de samba. Com a melodia do pianista Patrick O'shea como fundo, os membros da banda foram acompanhando a música com percussões de samba, que mais uma vez puseram o coliseu aos saltos, quase em transe.

Com o avançar do concerto, os Soja foram contagiando um coliseu inteiro, e quando Richie Campbell apareceu para tocar «Blame it on Me» e «That's How We Roll», o coliseu fez questão de responder. Estava em cima do palco com os Soja um português também, e de repente lutar por aquilo em que acreditamos fazia sentido.

Foi com  «Tell Me» e «Here I Am» que tocaram pela última vez naquela noite em Lisboa. No fim ninguém estava triste, acredito que tenha sido pela enorme atuação que os Soja deram em palco, e não pela presença de drogas leves, habitual num quotidiano jovem, mas que em ambiente de Reggae são quase uma necessidade como ouvi alguns a comentar enquanto esperavam na fila.

Ficou, no entanto, a faltar «True Love» do álbum Peace in a Time of War, num alinhamento onde não faltou quase nada, «True Love» é uma música incontornável. Podemos não conhecer os Soldiers of Jah Army, mas algures no tempo ouvimos a «True Love».


Alinhamento:
I Don't Wanna Wait
Mentality
Rest of My Life / Faith
Decide You're Gone
Strength To Survive
Be Aware
When We Were Younger
Rasta Courage
You Don't Know Me
Let You Go
Revolution / To Whom
You and Me
Not Done Yet
Sorry                                                                         
Everything Changes
Tell Me / Here I Am






Halloween foi no Cinema São Jorge


Arrancou no dia 01 de Novembro a 3ª Edição do Misty Fest, alargado além do Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra. Allen Halloween foi o escolhido para esse arranque. A noite prometia ser uma noite de “Bruxas”
As luzes baixas deram lugar a uma introdução de cerca de 10 minutos a cargo de DJ Núcleo, para aguçar o apetite aos espectadores. Eis quando Allen Halloween dá entrada em palco com a ODC Gang – Crew (da qual faz parte integrante), rappers de Odivelas.
Allen manteve-se sempre muito activo com o público, que vibrava e abanava a cabeça ao ritmo de músicas como «Inimigo do Estado», «SOS Mundo», «No Love», e uma das mais aguardadas da noite, «Debaixo da Ponte», contando esta com a presença do músico Tó Trips, de Dead Combo, a acompanhar a voz de Halloween com a sua guitarra.
Foto: Sara Coelho
“Ontem ouvi nas notícias que existem famílias a pagar enterros às prestações … Nem morrer ‘tá fácil neste país!” – palavras que introduziram a música «Jardim à Beira-Mar», que aborda os problemas socioeconómicos do nosso país. E ainda um pequeno detalhe sobre «explosivos», iniciando o tema «Mary Bu».
Ao fim de quase hora e meia de concerto, quando os artistas e a sua Crew se retiram de cena, o público continuou a “atirar” nomes de temas para o ar, pedindo mais. E quando tudo parecia terminado, eis quando DJ Núcleo entra novamente em cena para mais uma rodada de scratch, e Allen Halloween volta ao palco para apresentar um tema do seu próximo álbum Escumalha – Sons da Pedrada, terminando com «Enemies».
O público agradece com aplausos e assobios efusivos, demonstrando que o rapper de Odivelas cumpriu com as expectativas dos espectadores.

Fim do Mundo com Moonspell e Bizarra Locomotiva

Qual a melhor maneira de passar pelo "fim do mundo"? Para muito será um concerto!
Os Moonspell ficaram a cargo de nos proporcionar um fim do mundo mais original e animado, em conjunto com Bizarra Locomotiva.
Dia 21 de Dezembro de 2012 promete no TMN ao Vivo!
O evento contará igualmente com a presença dos Djs No Good Krew e Dj António Freitas (Metropolis Club). Prepara-se também no Metropolis o "aquecimento" para o fim do mundo no dia 30 de Novembro, com entrada livre.






Anunciada Morte de Mitch Lucker, de Suicide Silence

Foi anunciada a morte do vocalista da banda de Deathcore Suicide Silence.
Mitch Lucker morreu esta 5ª feira, dia 1 de Novembro, devido a um acidente de moto nos EUA.
Segundo informação, o mesmo terá sucumbido já no hospital a ferimentos graves decorrentes do acidente.
Foi declarado morto às 06h17. Mitch tinha 28 anos.
A polícia local está a investigar as causas do acidente, mas por agora tudo é uma incógnita.

Os outros membros da banda emitiram um comunicado oficial no Facebook, onde se pode ler:
Não há uma maneira fácil de dizer isto. Mitch faleceu esta manhã, pelos ferimentos sofridos durante um acidente de mota. É completamente devastador para todos nós, e damos as nossas mais profundas condolências à sua família. Estará para sempre nos nossos corações.
foto: http://confissoesdorock.blogspot.pt