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The XX confirmam: Concerto em Lisboa marcado para o mês de maio

Conforme foi especulado na última segunda-feira (ver aqui). Os Ingleses The XX vão mesmo actuar em Lisboa no próximo ano. Night and Day, nome que surgia no mapa publicado no Facebook da banda, é afinal o nome de um novo festival, que terá como programadores os três elementos da formação Britânica.O certame acontece nos Jardins da Torre de Belém e arranca no dia 5 de maio, com o concerto dos XX.

The xx, a banda responsável pela programação do Night and Day, em actuação.

A restante programação do festival ainda não é conhecida mas sabe-se que vai contar com o "selo" da promotora Everything Is New.

A escolha do local, baseou-se num critério estético, visto que a banda explica ter procurado os "mais belos locais" para tocar, mas principalmente para receber artistas que admira. 

No caso da capital alemã o festival terá inicio no dia 18 de maio.Já na cidade inglesa os "interessados" pelo Night and Day  vão ter de esperar até ao dia 23 de junho.

Quanto aos bilhetes, vão custar 49 euros e estarão disponíveis para venda a partir da próxima sexta-feira, 14 de dezembro.

Relembre-se que os The XX lançaram este ano o segundo álbum de originais. Coexist (2012), segue o legado deixado pelo primeiro álbum, homónimo, e deverá ser apresentado a todos quantos passarem pelos Jardins da Torre de Belém a 5 de maio.


Veja aqui aquilo que pode esperar do concerto dos XX:

"Angels", single do álbum Coexist (2012), ao vivo no Bestival

The xx em Portugal?


Os The xx partilharam há pouco esta imagem no facebook da banda. Um mapa da Europa onde vemos assinalados três locais. Um deles é Lisboa. 
As perguntas surgem nos comentários dos fãs: "O quê?", "Quando?", mas parece que terão de esperar pelas respostas.
Uma notícia a acompanhar.

Os The xx lançaram em Setembro deste ano o álbum Coexist. Este é o segundo álbum de originais da banda, no qual podemos encontrar temas como «Angels» e o mais recente single «Chained».
Veja o vídeo abaixo.


Beach House em Portugal


16 e 17 de Março de 2013, Lisboa e Porto, respectivamente, são as datas anunciadas para a vinda dos Beach House a Portugal.  Gabi Ruiz, da organização do Primavera Sounds, fez o anúncio via twitter.
O duo de de Baltimore, formado em 2004, vem a Portugal apresentar o mais recente álbum Bloom.

Actualização: Salas de espectáculo
Lisboa, 16 de Março - TMN ao Vivo
Porto, 17 de Março - Hard Club
Os bilhetes serão postos à venda quarta-feira e custam 27€.

Fique com «Myth», o single de estreia do álbum.

Um osso vaidoso e um Lucas «exagerado»


Osso Vaidoso no CCB ( Foto: Rita Sousa Vieira - Sapo "On the Hop")

Mais uma noite de Misty Fest, desta feita no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), na companhia de Osso Vaidoso e de Lucas Bora-Bora que tentaram aquecer o público, que, molhado pela chuva, assistiu a dois concertos de uma hora, cada, no conforto das cadeiras almofadadas da sala Lisboeta.

De apelido paradisíaco, Lucas Bora-Bora foi o primeiro a pisar o palco na noite de quinta-feira e quis, desde cedo, celebrar o primeiro aniversário do seu primeiro EP Não há crianças em Las Vegas, tocando o single, e provavelmente o único tema conhecido para a maioria dos presentes, «Deus na Rádio». A celebração parecia até estar a correr-lhe bem, mas cedo os samplers oriundos de dois portáteis, e que substituíam um baterista humano, começaram a denotar falhas técnicas e principalmente a “engolir” o som dos outros instrumentos. «Peço desculpa pelas pausas mas é preciso accionar o “playback”», justificava o músico nos momentos mortos criados.

A plateia parecia ter gostado do ambiente “molecular” de «Pós Humanos» e da POP em estado “puro” de «Demasiadas Coisas» e «Beatriz», onde Lucas se fez acompanhar apenas por uma guitarra acústica. A meio do concerto a atenção dos presentes estava agora completamente centrada nos elementos cénicos que iam surgindo no ecrã atrás dos músicos. Afinal de contas ninguém ficou indiferente aos rostos de mulheres com expressões faciais pouco ortodoxas, ou trocando por miúdos, as “caretas” que iam provocando pequenas gargalhadas abafadas pelo respeito aos músicos. «Oh meu Deus! Que caras», exclamava discretamente uma das presentes na plateia.

Até ao final Lucas ainda provou que de facto «Não há crianças em Las Vegas». Tocou ainda «Exagerado» tema original de Cazuza, cantor brasileiro que Lucas considerou um «Herói». «Vou fazer o meu melhor para interpretar bem a canção», confessou o músico, que provou aqui as fortes influências com a sonoridade POP da década de 80. Lucas saiu de palco e, sem explicação aparente, não voltou para o encore que, supostamente, constava na Set List oficial com a repetição de «Deus na Rádio».

Um novo álbum à porta

No intervalo o público aproveitou para relembrar o quanto chuvosa estava a noite abandonando, massivamente, o pequeno auditório com o objectivo de voltar, poucos minutos depois, e ver subir ao palco os Osso Vaidoso. Ao fim de contas Ana Deus e Alexandre Soares são músicos já bem conhecidos do público português, não só pela passagem de ambos pelos, já extintos, “Três Tristes Tigres”, mas também pela passagem de Alexandre pela formação original dos portuenses "GNR".

A dupla deu um concerto com pouco mais do que uma hora e deambulou entre os temas do álbum-estreia Animal (2010) e novos temas que surgirão num próximo trabalho. «Estamos num fase em que vamos experimentando ao vivo coisas que estamos a compor e gravar em estúdio. Por mim o ideal era lançar o novo álbum entre Janeiro e Fevereiro, mas acredito mais no mês de Fevereiro». Avançou Alexandre no “bar dos artistas” do CCB após o concerto no pequeno auditório.

Para o músico portuense este foi um concerto «diferente» por força do formato, em auditório, que inibe muito mais o público. «Demos tudo o que temos em palco, e quanto a mim acho que correu bem, mesmo sabendo que o público sentado reage de uma forma muito diferente daquele que encontramos noutra qualquer sala ou mesmo nos concertos ao ar livre». Acrescentou o co-autor de temas como “Poligamia”, “Animal”, “Prematura” e ”Matematicamente” que marcaram a primeira metade do concerto. Alinhadas, correspondentemente, fabricaram na sala uma atmosfera densa, envolvente, burlesca e teatral, responsável pela união “triangular” entre o Homem, a guitarra e a poesia.

De facto “Animal”, para além de se tratar do single homónimo do álbum de estreia, é ao mesmo tempo um ótimo cartão-de-visita para a dimensão poética dos Osso Vaidoso, canibal, rastejante e alérgica aos parasitas “deste mundo”. Mas essa dimensão não é um produto exclusivo da banda natural da “invicta”, visto que Valter Hugo Mãe e Regina Guimarães, filhos da mesma cidade, marcam presença nas palavras que Ana Deus vai “esmiuçando” a cada segundo.

Os momentos da noite foram protagonizados por “Elogio da Pobreza”, mordaz, odiosa e critica, “Fado”, música que, segundo Ana Deus, é tão «nova que nem nome tem» e que nos trás a “magia” dos três acordes do património imaterial da humanidade (fado) e ainda tributo a Velvet Underground, com uma adaptação do tema “Venus in Furs” da banda nova-iorquina.

Mas a noite não podia terminar sem que após 11 temas, que deixaram a vocalista «toda torta» e «farta da própria voz», surgissem dois encores. No primeiro destaque para a visita a um «Portugal pequenino». No segundo, um momento de genialidade na guitarra de Alexandre que na contagiante “Cola Cola” se multiplicou através do looping e que de forma “sinistra” ia explorando a voz madura e com uma enorme elasticidade de Ana. Uma despedida com o segundo single de Animais a entoar em cada «BABY» invocado na letra.

É certo que, a nível visual, o concerto não acrescentou muito à experiência sonora do álbum, mas talvez esta dinâmica minimalista, muito ligada aos gestos dos dois corpos em palco, seja a “cena” dos Osso Vaidoso, e quanto a isso resta-nos ver o próximo concerto e confirmar a tendência. 



Clique nas imagens e faça o Download do álbum-estreia dos Osso Vaidoso e do Primeiro EP de Lucas Bora-Bora:

                                       



O fim dos INXS

Foi durante um concerto, em Sidney, Austrália, que o baterista Jon Fariss, se levantou e foi ao microfone, que hoje pertence ao vocalista Ciaran Gribbin depois de há 15 anos, Michael Hutchence, o primeiro vocalista, se ter suicidado, para dizer que aquela seria a última vez que a banda atuaria junta.

Desde a sua formação em 1977 que a banda conta com mais de 30 milhões de álbuns.
Destando-se com grandes temas como: «Never Tear Us Apart», «New Sensation», «Need You Tonight», «Mystify», «Original Sin», «By My Side», «Afterglow», «Suicide Blonde», «Disappear», e «Beautiful Girl».

A banda veio a Portugal para um concerto no Pavilhão do Restelo, em Lisboa, no dia 12 de junho de 1993.





O coletivo veio a Portugal para um concerto no Pavilhão do Restelo, em Lisboa, no dia 12 de junho de 1993.

Ler mais: http://blitz.sapo.pt/inxs-anunciam-o-fim=f84489#ixzz2CPAcNss3
veio a Portugal para um concerto no Pavilhão do Restelo, em Lisboa, no dia 12 de junho de 1993.


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veio a Portugal para um concerto no Pavilhão do Restelo, em Lisboa, no dia 12 de junho de 1993.


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veio a Portugal para um concerto no Pavilhão do Restelo, em Lisboa, no dia 12 de junho de 1993.


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Rammstein em Lisboa


Rammstein voltam a Portugal para tocar no Pavilhão Atlântico, dia 16 de Abril de 2013. A confirmação chega após serem marcadas as datas da tour deste mesmo ano, que tem como mote "Wir halten das Tempo", ou "Nós mantemos o ritmo", letra da música Haifisch do seu último álbum de estúdio, Liebe ist für alle da.

Os alemães, que contam já com seis álbuns de estúdio, dois álbuns "ao vivo" e dois álbuns de compilações, estrearam-se com o álbum de estúdio Herzeleid em 1995, que continha músicas como <<Du riechst so gut>> ou <<Rammstein>>, duas das preferidas dos fãs. O seu último álbum de estúdio atingiu o número um nos charts de oito países europeus, entre os quais a Alemanha, a Áustria e a Suiça.

A última vez que os Rammstein marcaram presença em terras lusas foi em 2010, no festival Rock in Rio, tendo em 2009 começado a tour com um concerto também aqui em Lisboa.

Os preços e locais de venda dos bilhetes ainda não foram anunciados.

Veja aqui como foi a experiência de ver Rammstein ao vivo no Rock in Rio há dois anos, a tocar a música <<Ich Will>>:


Dead Can Dance em Lisboa


Depois da passagem pela Casa da Música, no Porto, no passado dia 24 de Outubro, os Australianos Dead Can Dance regressam a Portugal, para um concerto no Coliseu dos Recreios no dia 28 de Maio de 2013. A informação foi revelada no facebook da banda. Os preços podem variar consoante a localização:

Cadeiras de Orquestra - €55  
1ª Plateia - €50  
2ª Plateia - €40 
Balcão Central - €40 
Balcão Lateral - €35  
Camarote 1ª (frente) - €40  
Camarote 1ª (lado) - €35  
Camarote 2ª (frente) - €40  
Camarote 2ª (lado) - €35  
Galeria em Pé - €35 



Os Dead Can Dance, que contam já com dez álbuns de estúdio editados, encontram-se numa digressão europeia de promoção do mais recente trabalho Anastasis, lançado a 13 de Agosto deste ano. Este é o primeiro álbum do duo, constituído por Lisa Gerrard e Brendan Perry, a ser lançado depois do hiato iniciado em 1998, dois anos depois do lançamento do álbum Spiritchaser. Desde então, os Dead Can Dance só se voltaram a reunir em 2005, para uma digressão pela Europa e pela America do Norte como forma de tributo aos fãs. 





Aline Frazão e uma noite em pontas de pés

Quando era pequena dizia que era com ele que queria cantar. E naquela noite a Aline já era uma miúda crescida. Em cima do palco do Cinema São Jorge, em Lisboa, estava pronta para chamar por ele. Ele apareceu do lado direito, meio tímido, como se não estivesse habituado a isto. A plateia, há muito que estava pronta para lhe bater as palmas, não fosse ele Paulo Flores. Num semba de outros tempos, juntos entoaram "N'guxi", de Belita Palma.

A ansiedade dele era outra: queria dizer que tinha muito prazer em estar ao lado dela, alguém com "uma abordagem com muita frescura". Percebe-se. É uma contestatária suave. Numa voz de embalar enumera as coisas com as quais não se sente bem, escolhe palavras subtis para isso e diz que aquela coisa de «Primeiro Mundo» existe só de brincadeira.
A consciência de Aline saiu do palco (ou da boca) com «Na boca de Angola» ou «Caminho do Sul». Perguntou aos presentes se sabiam para onde este ficava a partir daquele lugar no “coração de Lisboa”. Os gestos indicadores de bússolas humanas foram interrompidos quando ela avançou com a sua teoria: “O caminho que nós, Humanidade, temos que percorrer é o do Sul. O Norte tem/precisa de aprender com o Sul”. As bússolas, essas, concordaram com risos de quem está a abanar com a cabeça que “sim, é isso mesmo, Aline”.
Mas nem só disto viveu o dia 4 de Novembro. Com passos e arrastões de garganta a fazer lembrar uma Mayra Andrade ou outras gentes de Cuba, uma angolana Aline, mais expansiva e adjuvada pela força de um contrabaixo, apareceu logo aos primeiros minutos com «No Céu da Tua Boca» (de José Eduardo Agualusa, algures numa das cadeiras), «Oriente» ou com «Assinatura do Sal» ou com o próprio «Clave Bantu», nome homónimo do álbum lançado em finais do ano passado. 
                                          
A escrita feita entre viagens a Luanda, Barcelona ou Madrid, Santiago de Compostela haveria de trazer o primeiro convidado das terras da Galiza. Ela conheceu o António por aquelas bandas e, ali, num “amor à primeira vista” (palavras dela), nasceu isto: uma cumplicidade vincada com uma dança minimal no centro do palco, entusiasticamente aprovada por uma plateia que sabia a voz que ia sair de Zambujo-pés-de-chumbo. O fadista português com «Barroco Tropical», mais que ensaiado mas com tanto de improviso, foi o mote para uma Aline melancólica.
Numa acapella com jogos de luzes lunares, uma kalimba nas mãos e de perfil para o microfone, Aline entoou «Poema em Sol Poente» e com «O Que Ela Quer». O balancê de outro alguém chegou quando «Lisboa Kuya» foi apresentada a quatro mãos e com outras tantas cordas em duas guitarras. De um lado Aline, do outro Sara Tavares. Esta, com a postura de quem sabe brilhar só quando deve, deixou que o protagonismo lhe fugisse, embora sem a teimosia de Aline. “Tudo à volta de ilumina sempre que ela surge”, descreveu sobre Sara.

O encore obrigou a um regresso dos convidados ao palco (ainda que meio perdidos no espaço com os ossos do oficio do improviso). Com «N’zaji» (aqui ainda só com Paulo Flores) e com «Babel» em decrescendo e em uníssono, a noite foi fechando com uma sala quase cheia ainda que entusiasta q.b., como quem acaba de comprar um livro do qual pouco ouviu falar. Aline, segura através de um alinhamento quase cronológico e colado ao formato gravado de «Clave Bantu» deixou pouco espaço ao silêncio no meio da sua bossa-nova, jazz e sembas de Angola ou mornas de Cabo Verde.
A saia longa, até aos pés, escondera os ténis, o sorriso cândido fora a consequência de uma noite número um e os caracóis assumidos completaram o ombro destapado de uma Aline grandiosa, dançante, com uma altura para além da ilusão. Solta, embalou o S. Jorge com uma voz límpida, por vezes, quase demais. De tão confortável, confessou a meio da noite: “Quero que saiam daqui com a certeza de que estou muito feliz”.

Com um desprendimento típico dos 24 anos, Aline, com Frazão no apelido, tem a certeza que A saudade não marca hora/na agenda do dia/nem vai embora. E eles também parecem que a têm. “Ainda bem que me ofereceste o convite e vim até aqui”, desabafou um amigo para o outro, enquanto abandonava a fila à nossa frente.
fotos: Joana T.

A mística do Misty Fest voa, amanhã, para o quinto dia do festival no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. As honras cabem a Peter Hook & The Light com Joy Division no menu. O encontro está marcado para as 21 horas no Grande Auditório.
Veja aqui o cartaz completo dos próximos dias:
Dia 9, John Talabot, Lux, Lisboa | 23h
Dia 10, B Fachada, Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra | 22h
Dia 11, Amélia Muge e Filipe Raposo, Centro Cultural de Belém (Pequeno Auditório), Lisboa | 21h 
Dia 15, Osso Vaidoso e Lucas Bora-Bora, Centro Cultural de Belém (Pequeno Auditório), Lisboa | 21h 
Dia 15, The Irrepressibles, Lux, Lisboa | 23h
Dia 16, Celina da Piedade, Centro Cultural de Belém (Pequeno Auditório), Lisboa | 21h 
Dia 17, Cowboy Junkies, Centro Cultural de Belém (Grande Auditório), Lisboa | 21h 
Dia 19, Cowboy Junkies, Casa da Música (Sala Suggia), Porto | 21h 


Bon Jovi, Mumford and Sons e Two Door Cinema Club em Portugal

Dois dias, três confirmações e um grande início de semana.

Comecemos pelos norte-americanos Bon Jovi que acabam de anunciar o seu regresso ao Parque da Bela Vista, em Lisboa, onde já tocaram em 2011. O concerto está marcado para o dia 26 de Junho e para além dos êxitos esperados, esperam-se também as músicas do novo álbum What About Now com lançamento previsto para a Primavera de 2013.
Os bilhetes vão ser postos à venda, no próximo Sábado, dia 10 de Novembro. Os preços podem ir até aos 295 euros, sendo que a entrada regular fica-se pelos 59.

Foto de Rita Carmo/Blitz

A segunda confirmação é a dos Mumford and Sons. A banda que tocou no Optimus Alive 2012 regressa a Portugal para um concerto a solo no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, dia 23 de Março. O quarteto vem apresentar o segundo álbum Babel, lançado este ano. Os bilhetes custam entre 29 (plateia em pé) e 35 euros (camarote de frente) e vão ser postos à venda esta sexta-feira, dia 9 de Novembro.

A terceira e última confirmação é a dos Two Door Cinema Club que marcarão presença no Optimus Alive 2013. A banda vem a Lisboa apresentar o segundo álbum Beacon, lançado este ano, e subirá ao palco Optimus, no Passeio Marítimo de Algés, no dia 12 de Julho, o primeiro dia do festival. Os bilhetes diários custam 53 euros e o passe para os três dias custa 105. Os irlandeses, que atuaram no último festival Sudoeste TMN, juntam-se assim aos Depeche Mode e aos Kings of Leon que já tinham sido confirmados anteriormente.

O adeus dos LCD Soundsystem no DocLisboa12'

"Shut up and play the Hits" é o nome da longa metragem que nos mostra as últimas 48 horas da antiga banda de James Murphy e vai ser projetada, hoje às 23 horas, no Luxfrágil, em Lisboa.



Nas comemorações do seu 10º  aniversário o festival DocLisboa apostou na antestreia do documentário de Dylan Southern e Will Lovelace, a três dias do encerramento da edição deste ano.

O filme remete para o dia 2 de Abril de 2011, data em que os LCD Soundsystem deram o seu último concerto no Madison Square Garden em Nova Iorque. Um dia certamente marcante para os fãs, para a banda, que tocou durante quase quatro horas, mas principalmente para o pensador de todo o projeto, James Murphy, que surge na película com especial destaque.

Esta não é, no entanto, a primeira vez que o documentário vai ser apresentado, visto que já o tinha sido no festival norte-americano de cinema independente "Sundance".

O LuxFrágil sucede-se ao Cinema São Jorge, à Cinemateca e à Culturgest, como um dos espaços escolhidos pela organização do festival."Desde o momento em que soubemos que este filme ia existir, queríamos ter a certeza de que havia de ser mostrado em Lisboa nem que para isso tivéssemos de transformar os 3 pisos do Lux numa espécie de multiplex atípico, mas com um som como deve ser". Afirmaram orgulhosos, os responsáveis da sala lisboeta no site oficial.

Em jeito de "festa" o Lux vai ainda apresentar os Dj's, Pinkboy, Mr.Mitsuhirato, Tim Sweeney  e Zé Pedro Moura. Para quem quiser viver uma noite de música electrónica e relembrar os LCD Soundsystem, saiba que os bilhetes estão disponíveis, entre outros locais, no site da Flur e custam 5 euros.



Veja aqui o Trailer de "Shut up and play the Hits":