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Iron Maiden de volta a Lisboa em 2013 (confirmado)


A banda britânica que passou por Portugal em 2011, em Faro, está de regresso a Portugal para tocar no Pavilhão Atlântico a 29 de Maio de 2013.

A notícia foi avançada ontem pelo site Festivais de Verão e foi confirmada à pouco pela promotora Everything is New.
 O concerto está inserido na Maiden England Tour que recriar o espetáculo da Seventh Son Tour, de 1988, tocando muitos temas dessa digressão.
Graças à tecnologia moderna, Bruce Dickinson diz que "fomos capazes de atualizar e melhorar a produção de 1988 do Maiden England. Vamos levar connosco um formidável espetáculo de luzes, palco, várias encarnações do Eddie, muita pirotecnia e todo o tipo de materiais que entusiasmam os fãs".

Os bilhetes serão colocados à venda no próximo de 8 de dezembro, nos locais habituais, com os preços de: €33,00 para o balcão 2, €39,00 para a plateia em pé e €40,00 para o balcão 1.
No entanto, os inscritos no Iron Maiden Fan Club, podem pré-encomendar os bilhetes a partir de quinta-feira, dia 6 de Dezembro, a partir das 10h.









Rubrica: Música Sazonal #03

A música sazonal desta semana veio com um pequenino atraso relativamente ao habitual. Deixo, desde já, as minhas desculpas, mas esta vossa cronista ou colunista, como lhe preferirem chamar, teve um mau  início de semana. É verdade, a segunda-feira não é um dia nada fácil. Mas, looking on the bright side, como diriam os Monty Phyton, começa uma nova semana e é dia desta rubrica, modéstia à parte, claro.

E de que vos falo hoje? Bem, pondo de parte o mundo da política e as previsões atmosféricas, hoje vamos diretamente ao cerne (palavra pomposa, mas má para nome de álbum) da questão, a música!
Amanhã é dia de um dos concertos mais aguardados: A estreia dos The Black Keys em Portugal. Se não sabem quem eles são não é crime, embora possivelmente já os tenham ouvido na rádio, uma vez que esta dupla de Ohio, ganhou mais destaque em 2010, com o seu sexto álbum Brothers e com o single «Tighten up».

Eu, como outras tantas pessoas, fiquei entusiasmada com a vinda da banda a Portugal. Conheci-os em 2010, mas logo a curiosidade despertou para ouvir tudo o que havia para trás até à sua formação em 2001. Confesso que fiquei fã do seu rock “sujo” e “desmazelado” de "banda que não podia mais ficar fechada dentro de uma garagem".

Mas, voltando ao concerto em Portugal, quando confrontada com os preços dos bilhetes e a sala escolhida (bilhete para a plateia a 39 euros e concerto no Pavilhão Atlântico), prometi a mim própria que iria “bater o pé” e recusar-me a gastar tanto dinheiro para ir vê-los, quando achava que tocariam muito melhor num Coliseu dos Recreios, por um preço muito mais acessível.
Entrei neste meu protesto solitário e o resultado é que o concerto é amanhã, eu não tenho bilhete e, da última vez que visitei a ticketline, ainda estavam disponíveis 40 bilhetes para a plateia do Pavilhão Atlântico. E, por isso, a música desta semana é mesmo dos The Black Keys, do terceiro álbum Rubber Factory, de 2004, é uma das minhas de eleição e chama-se «10 A.M. Automatic»


Para quem vai, desejos de um bom concerto. Para quem não vai, aqui vos deixo a minha forma de consolação e o meu sentimento solidário. Além disso, independentemente da altura do ano, um bocadinho de rock n’ roll vem sempre a calhar!

Até para a semana.

Rammstein em Lisboa


Rammstein voltam a Portugal para tocar no Pavilhão Atlântico, dia 16 de Abril de 2013. A confirmação chega após serem marcadas as datas da tour deste mesmo ano, que tem como mote "Wir halten das Tempo", ou "Nós mantemos o ritmo", letra da música Haifisch do seu último álbum de estúdio, Liebe ist für alle da.

Os alemães, que contam já com seis álbuns de estúdio, dois álbuns "ao vivo" e dois álbuns de compilações, estrearam-se com o álbum de estúdio Herzeleid em 1995, que continha músicas como <<Du riechst so gut>> ou <<Rammstein>>, duas das preferidas dos fãs. O seu último álbum de estúdio atingiu o número um nos charts de oito países europeus, entre os quais a Alemanha, a Áustria e a Suiça.

A última vez que os Rammstein marcaram presença em terras lusas foi em 2010, no festival Rock in Rio, tendo em 2009 começado a tour com um concerto também aqui em Lisboa.

Os preços e locais de venda dos bilhetes ainda não foram anunciados.

Veja aqui como foi a experiência de ver Rammstein ao vivo no Rock in Rio há dois anos, a tocar a música <<Ich Will>>:


Rubrica: E Parece o Longínquo tão Hoje! #1


Esta rubrica será apresentada todos os sábados, e terá como tema principal a abordagem de acontecimentos que marcaram a minha vida, a nível musical. Aventuras em concertos, o primeiro contacto com os mais variados reprodutores de áudio, os primeiros CD's, discos e afins.
Pretendo basicamente abordar experiências únicas pelo qual passei, e que possam até ser familiares a alguém.


#1 - Linkin Park (09.09.2003)


09 de Setembro de 2003. Não vou começar muito para trás, mas sim começar por um dos acontecimentos que mais marcaram a minha vida: a primeira experiência num concerto “a sério”, com o meu primeiro fanatismo “a sério”.
O convite surgiu de forma inesperada: Queres ir ver o concerto hoje? O meu irmão arranja bilhetes de graça! Tens de estar despachada as 19h00! – Eram 18h00. A minha oportunidade de ver finalmente aquela banda que adorava, aquele amor platónico típico de uma adolescente de 13 anos… tudo parecia perfeito … se eu soubesse onde estava a minha mãe! Uma adolescente de 13 anos não vai simplesmente pegar no passe do autocarro e fazer-se à vida, enviando pelo caminho uma mensagem a dizer olha mãe, fui a um concerto, não te rales, quando acabar vou para casa! Era a morte do artista!
Assim sendo, percorri com a minha bicicleta cor-de-rosa possíveis locais onde a minha mãe pudesse estar (o que era bastante vago), e lá dei com ela. Depois de alguma insistência (muita) e “choro”, consegui o que queria: Autorização para a realização de um sonho.
Tudo para mim era novidade: A imensidão do Pavilhão Atlântico, o aglomerado de pessoas que, como eu, ansiavam por este momento. Pessoas com t-shirts alusivas à Tour dos Linkin Park (Meteora Tour), cartazes e afins, pessoas o mais “estranhas” possível, talvez para se fazerem notar pela banda no meio daquela montanha de gente.
Ansiosa pelo início do espectáculo, toda eu era um misto de euforia e nervosismo, e mais outras tantas sensações inexplicáveis.
O concerto tem início. Chester Bennington e Mike Shinoda (!!!) entram e palco, com garra e uma energia contagiante. Tocaram tudo o que estava à espera que tocassem: «Don’t Stay» para abrir o apetite aos fãs, «Somewhere I Belong», «From the Inside», hits do álbum Meteora.
E ainda «Papercut», «Crawling», «Points of Authority», e muitas outras. Estava a ser único, uma experiência, uma … nem consigo descrever o que senti naquelas cerca de 2 horas de concerto. E depois de muita interacção com o público e muitas outras músicas que levaram o público à extratosfera, terminam a noite em grande com a explosiva «One Step Closer» : One step closer to the edge, and I’m about to… BREAK!!!
Toda eu tremia. Queria mais. Mas não ia haver mais. Sabe sempre a pouco.
Valeu tudo. Valeu os quilómetros de bicicleta em busca da minha mãe. O pouco dinheiro que a minha mãe me deu “derreteu-se” numa t-shirt (peço desculpa de não ter uma fotografia da mesma, mas tal não foi possível).
Guardo religiosamente o bilhete deste concerto, já gasto pelo tempo.
A melhor experiência da minha vida, posso assegurar. Agradeço á minha amiga Ana Lúcia por esta oportunidade.
Sei que todos os concertos que vi dali em diante nunca tiveram o mesmo impacto que o concerto dos Linkin Park de 2003 teve na minha vida. Inigualável.
Hoje em dia não tenho mais curiosidade de os ver. Mas isso é outra história.
Foto da Autora da Rubrica

Swedish House Mafia: One Last Tour em Portugal

Em junho passado o trio que forma os Swedish House Mafia, Steve Angello, Sebastian Ingrosso e Axwell, anunciaram o fim do seu projeto por não se sentirem desafiados pelo mesmo. “Chegámos a um ponto em que já não sabíamos qual seria o nosso próximo passo. Sempre gostámos de um desafio. E não gostamos de nos repetir. Sentimos que era a altura certa para o fazer”, revelou Steve Angello, em entrevista à “Rolling Stone”, no início de agosto. Na mesma entrevista Steve Angello disse ainda que não havia qualquer espécie de tensão, e que o trio simplesmente queria parar as digressões, que ainda são como irmãos.





O concerto em Portugal terá lugar no Pavilhão Atlântico, no dia 18 de Dezembro e vai encerrar as comemorações dos 25 anos da RFM. É o único concerto na Península Ibérica da One Last Tour, os preços vão desde os 28 euros para o balcão 2 até 69 euros para a área VIP da RFM.